Corpo feminino: subjetividade e contemporaneidade / Mariangela Venas

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A relação entre a mulher e seu corpo na contemporaneidade se vê no referencial de beleza ditado pela cultura de um corpo perfeito, ainda que para alcançar esse modelo seja preciso abrir mão de se sentir confortável no corpo que habita. Entendendo como conforto o bem-estar de ser quem se pode ser. Ao enveredar pelo ditame das mídias sociais, a mulher perde-se em fantasias de um corpo magro como produtor de realizações e conquistas. Se ela sair do mundo da fantasia terá que lidar com a liberdade de escolher e a responsabilidade advinda de toda escolha que se faz na vida, além de ter que se haver com o prazer que poderá experimentar a partir do seu corpo. Pensar na mulher como produto e produtora da História, atravessada pelos ditames da cultura atual e no encarceramento do ideal de um corpo perfeito, qual seja, magro e jovem, como se enredar na sutil trama do prazer de vir a ser sujeito da sua própria história?